quarta-feira, 11 de março de 2015

Missão que acolhe haitianos recebe multa por gasto de água

Igreja Nossa Senhora da Paz virou ponto de referência para haitianos no Centro de SP (Foto: Letícia Macedo/ G1)

Paróquia Nossa Senhora da Paz abrigou número maior de imigrantes.
Espera por carteira de trabalho concentrou haitianos na Rua do Glicério.

A Paróquia Nossa Senhora da Paz, no Centro de São Paulo, que acolhe imigrantes e virou referência na recepção de haitianos, foi multada pela Sabesp por ter aumentado o consumo de água em fevereiro. Desde outubro de 2014, o fluxo de haitianos se intensificou e a demora para retirar carteiras de trabalho fez com que o abrigo improvisado acolhesse um número elevado de imigrantes nos primeiros meses deste ano.

“Ontem passou o funcionário da Sabesp e ganhamos uma multa. O consumo estourou porque tivemos que acolher muitos imigrantes. A gente ainda controla ao máximo os gastos, mas é muita gente. Você ajuda e ainda recebe multa. Até isso para complicar a situação. Vamos estudar o que fazer”, lamentou o padre Paolo Parisi, que coordena a missão.

O aumento do consumo de 135% fez com que a entidade recebesse uma multa de R$ 1.813,65. Assim, a conta do mês de fevereiro atingiu R$ 5.440,95. “É dinheiro que a gente tem que correr atrás porque é um gasto que não estava previsto”, contou. O valor já engloba o desconto de 50% que a entidade recebe da Sabesp por ser filantrópica.

O G1 entrou em contato e aguarda retorno da Sabesp sobre o tema.
Quando anunciou a sobretaxa, Sabesp informou que se comprometeu a anular multas nas contas de consumidores que apresentarem uma justificativa aceitável. Segundo a gerente de Gestão de Relação com o Cliente da Sabesp, Samanta de Souza, quem não concordar com o valor da conta pode pedir a revisão.

A Missão Paz, que fica na Rua do Glicério, abriu seu salão para que cerca de 200 haitianos à espera de regularizar sua documentação e em busca de emprego possam passar as noites. Normalmente quem fica no abrigo improvisado não tem amigos ou parentes no Brasil.
Sem chuveiros à disposição, os imigrantes só conseguem improvisar um banho com a água de uma torneira que fica represada em uma cuba. Eles também dão um jeito de lavar algumas peças de roupa, que ficam estendidas em um muro lateral da igreja. O padre Paolo conta que em dias com corte no fornecimento, integrantes da Missão chegam a armazenar água para que eles pudessem beber durante a noite. “Nós passávamos a água pelo filtro durante o dia para que eles pudessem beber à noite”, disse. 

Na Casa do Migrante, estrutura que acolhe até 110 pessoas de diversas nacionalidades também ligada à Missão Paz, a igreja conseguiu reduzir o consumo e ter o bônus. “Lá nós fizemos uma conscientização e deu certo, mas aqui não tem jeito. É muita gente”, disse. 

Carteiras de trabalho
No final do ano passado, os mutirões para emissão de carteiras de trabalho foram suspensos e os haitianos passaram a esperar, no mínimo, 45 dias para conseguir o documento, o que aumentou o tempo de espera no abrigo e, consequentemente, o consumo de água. Nesta terça-feira (10), a Superintendência Regional do Ministério do Trabalho voltou a organizar mutirões para emitir as carteiras.
Quando a chegada de haitianos em São Paulo se intensificou em abril de 2014, eles chegavam do Acre, em sua maioria, com a carteira de trabalho. De janeiro até março, pelo menos um ônibus tem chegado por dia de Brasileia com os imigrantes em busca de regularizar a documentação e poder, então, integrar o mercado formal de trabalho.
A Missão de Paz é a única referência e endereço para os haitianos que ainda conseguem deixar o país de origem. Sem dominar o português e com medo de não conseguir o documento, eles temem deixar São Paulo sem regularizar a situação. Os estrangeiros só conseguem a carteira de trabalho Superintendência Regional do Ministério do Trabalho, diferentemente do que acontece com os brasileiros, que podem recorrer às unidade do Poupatempo.
Wilson Janvier, de 42 anos, vai esperar até o dia 24 de abril para conseguir a sua carteira de trabalho. “É muito tempo de esperar. Estamos dormindo no chão. Para tomar banho é difícil. Só tem um banheiro”, contou o imigrante que tem experiência na construção civil. Casado e pai de seis filhos, ele procura um trabalho. “Lá no Haiti não tem nada. Eu quero trabalhar, alugar uma casa e mandar um dinheiro para ajudar minha família. Eu queria trazê-los pra cá”, afirma em espanhol.

Na sexta-feira (6), o cabelereiro David Julien, de 35 anos, calculava que continuaria esperando por 20 dias para fazer sua carteira de trabalho. Para passar o tempo cortava o cabelo do novo amigo na missão.  “Eu faço de coração mesmo sem receber dinheiro nenhum”, disse, em francês, que é artesão. Casado e pai de uma criança de oito anos, ele não tinha falado ainda com a família desde sua chegada ao Brasil em fevereiro.

O costureiro Ernseau Admettre, de 30 anos, chegou ao Brasil em 12 de fevereiro e na capital paulista dez dias depois. A retirada do documento estava prevista apenas para o dia 31 de março. “A situação aqui é difícil. Imagina o que é passar o dia inteiro sem comer? “É complicado para tomar banho. Eu não tenho para onde ir. Só conheço estrangeiros que estão em uma situação parecida com a minha. Nunca pensei que ia passar por uma situação dessas no Brasil. Já pensei até em voltar”, desabafou. 

Entre esta segunda e esta terça, com o mutirão foram emitidas 60 carteiras de trabalho. Com isso, 35 haitianos deixaram as dependências da missão. Por isso, reduziu para 90 o número de pessoas que passaram a noite nas dependências da Missão. Na quarta-feira (12), outras 100 carteiras devem ser emitidas e existe a expectativa é que outros consigam partir em busca de melhores condições.

 

A "humildade" do pastor Abílio Santana,servo de Mamon.






"Boca abençoada"

Cuidado com as pragas do "apóstolo"

Lista do Lava Jato tem três deputados da bancada evangélica Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2015/03/lista-do-lavo-jato-tem-tres-deputados-da-bancada-evangelica.


Cunha, Ribeiro e Olímpio, que se pautam pelos valores bíblicos,
são suspeitos de serem da quadrilha que assaltou a Petrobras

Na lista de políticos suspeitos de envolvimento na roubalheira da Petrobrás (o caso Lava Jato), que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF (Supremo Tribunal Federal), constam três nomes de deputados da bancada evangélica, que se ocupa, como se sabe, de impor ao país uma moralidade com base na Bíblia.

Os deputados são Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara e seguidor da Igreja Sara Nossa Terra; Aguinaldo Ribeiro (PP/PB), fiel da Igreja Batista; e o Missionário José Olímpio (PP/SP), da Igreja Mundial do Poder de Deus.

O STF abriu inquérito para apurar as responsabilidades dos três, entre outros políticos, no total de 47.

O doleiro Alberto Youssef, em delação premiada ao Ministério Público e à Polícia Federal, disse que Cunha pressionou fornecedoras da Petrobras com a intenção de receber propina, em relação a um contrato de aluguel de um navio-plataforma.

Quando começou haver resistência da parte de fornecedores em pagar Cunha, sempre de acordo com Youssef, o deputado solicitou a uma Comissão do Congresso que questionasse “tudo sobre as empresas Toyo, Mitsui, Camargo e Samsung em suas relações com a Petrobras”. Cunha usou dois deputados do PMDB para a apresentação desse pedido.

Cunha tem negado que tenha tomado qualquer iniciativa com o propósito de obter propina de fornecedores da estatal. Ele tem argumentado que o seu nome apareceu na lista do Janot por questões políticas.

Para ele, o PT e o governo, que não absorveram sua conquista da presidência da Câmara, estão tentando lhe dar um troco. Ele tem deixado subentendido que, no caso, o procurador tem feito o jogo do PT.

O fato é que, de acordo com o “Globo”, uma deputada aliada de Eduardo Cunha, Solange Almeida (PMDB-RJ), apresentou no dia 7 de julho de 2011 dois requerimentos praticamente nos mesmos termos citados pelo doleiro. Atualmente, Solange é prefeita de Rio Bonito.

Cunha já foi condenado pelo TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) por captação ilícita de sufrágio e por uso eleitoral de serviços custeados pelo poder público na campanha eleitoral de 2006, de acordo com a representação 1041768.2006.619.0000. O deputado está recorrendo da condenação junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), na ação 1041768 /2012.

Quando tomou posse na presidência da Câmara, Cunha demonstrou com arrogância que ia seguir uma pauta ditada pelo conservadorismo evangélico.

Ele afirmou, na época, que a legalização do aborto e a aprovação de direitos aos homossexuais, como a união gay, “não são a agenda do país”.

Disse que esses temas, entre outros, só seriam votados se, antes, os interessados passassem por cima do cadáver dele.

O jornalista Alberto Dines, em um artigo para o site do El País, versão brasileira, chamou Cunha de caudilho, oligarca e cacique. “[Um] führer típico, determinado, ídolo dos medíocres, aliado predileto dos pusilânimes.”

Ao ser entrevistado pelo Canal Livre, da TV Bandeirantes, no programa que foi levado ao ar na madrugada do dia 9, Cunha, abalado pela denúncia de seu envolvimento no Lava Jato, mostrou um pouco de humildade. Disse que, quando se refere a assuntos polêmicos como o do aborto, fala em seu nome, e não da Câmara dos Deputados.

O deputado Aguinaldo Ribeiro, outro da bancada evangélica, afirmou estar tranquilo sobre a inclusão de seu nome na lista de Janot. Ele acredita que o STF vai arquivar o seu caso, cujas implicações ainda não foram divulgadas.

Em 2011, Ribeiro se empenhou contra a distribuição pelo governo federal às escolas da chamada "cartilha gay", de orientação contra o preconceito aos homossexuais. Na época, ele se explicou dizendo que fazia parte de uma bancada cujo propósito é a defesa dos “valores da Bíblia e da família do Brasil”.

No STF, ele já é réu no inquérito 3146/2011, que apura crimes previstos na Lei de Licitações.

O deputado Missionário José Olímpio, dentro do esquema da quadrilha que se instalou na Petrobras, aparece no grupo dos corruptos de “menor relevância”. Ele teria recebido semanalmente quantia em torno de R$ 500.

Olímpio é um deputado folclórico. Em 2014, apresentou um projeto de lei que proíbe a implantação de chips em seres humanos, de modo a combater uma “nova ordem satânica mundial”. O projeto não seguiu adiante.

Com informação das agências, Transparência Brasil e outras fontes e fotos de divulgação.



Paulopes 

Miss Bumbum evangélica testa produtos eróticos para fiéis


Nesse mundo gospel, tudo é válido em "nome de Jesus"

Pastor Olarte é acusado de contratar servidor fantasma para trabalhar em igreja

Olarte é acusado pelo MP de contratar servidor com dinheiro público para trabalhar em igreja. Foto: Geovanni Gomes

Além de receber salário de servidor para fazer serviço particular, acusação aponta que funcionário fantasma devolvida maior parte da remuneração para o chefe de gabinete de Gilmar Olarte


O prefeito de Campo Grande, Gilmar Antunes Olarte (PP) é alvo de ação civil pública por improbidade administrativa, acusado de ter contrato servidor fantasma por meio de seu gabinete para trabalhar na igreja ADNA (Assembleia de Deus Nova Aliança). O processo é movido pelo MPE (Ministério Público Estadual). O caso ocorreu quando Olarte ainda exercia o mandato de vereador.

De acordo com o MP, a investigação teve início após recebimento de uma sentença de reclamação trabalhista, na qual constava uma confissão de um servidor de receber remuneração da Câmara sem exercer cargo. Documentos fornecidos pela Câmara confirmaram que a pessoa havia sido nomeada como assessor, recebendo entre os meses de julho de 2007 até fevereiro de 2008, o montante líquido de R$ 9,8 mil.

A promotoria apurou que o assessor parlamentar foi nomeado a pedido do ex-vereador Gilmar Olarte e que desde o início tinha ciência que não exerceria o cargo, uma vez que prestaria serviços em uma "igreja onde Olarte era pastor".

Do salário recebido, o funcionário relatou que ficava com R$ 300 e o restante repassava, em dinheiro, ao então chefe de gabinete, o hoje Secretário de Obras, Valtemir Alves de Brito.

Tanto Olarte, quanto Valtemir negaram o ocorrido à Justiça Trabalhista e disseram que o servidor foi demitido por não estar prestando serviço a contento, mas que inconformado, teria se mancomunado com outros servidores e adversários políticos de Olarte.

Contudo o MP afirma ter comprovado a veracidade da denúncia, uma vez que no decorrer da investigação outros dois outros funcionários do gabinete confirmaram que o assessor em questão trabalhava na igreja ADNA e que a devolução de salários à Olarte, por intermédio de Valtermir, era prática comum.

Com isso, o MP ingressou com ação de improbidade na Justiça. O promotor Alexandre Pinto Cabiperibe Saldanha apontou no processo que Gilmar Olarte teve o intuito de desviar verbas para si e para terceiro, haja vista a intenção de transferir a prestação dos serviços para um agente privado (no caso a igreja em que o mesmo era pastor) e reter parte do valor desviado.

A ação envolve enriquecimento ilícito, dano ao erário e também improbidade administrativa. Olarte e seus advogados conseguiram postergar a conclusão do julgamento, adiando a realização de audiência para ouvir o prefeito e os demais envolvidos, e logo em seguida ingressando com recurso judicial (Exceção de Suspeição 041221-62.2014.8.12.0001) para questionar idoneidade do juiz em julgar seu caso, alegando que o magistrado nutria por ele um desafeto.

Atualmente, o processo encontra-se parado. Em consulta ao sistema de processos na internet, é possível identificar a última movimentação datada de 28 de novembro de 2014. Até o momento não há decisão definitiva para o caso.

Topmídia News

Desavença entre fieis de igreja acaba em atropelamento

Um desentendimento entre frequentadoras da Igreja Pentecostal Força e Poder de Deus, no Jardim Capuava, em Nova Odessa (SP), terminou com uma jovem de 25 anos atropelada e ferida.

A desavença entre as mulheres, segundo a vítima, é por conta de ciúmes da amizade dela com o pastor e porque elas a culpavam por terem sido tiradas das funções de recepcionar fiéis e de cantar na igreja. Ela diz ter sido ameaçada de morte e que já foi atropelada outra vez pela dupla.

"O pastor tirou o cargo delas na igreja e elas pensam que eu tô fazendo a cabeça dele (...) do nada, por ciúmes (...) Os pastores (o marido e a mulher) conversam comigo e elas acham que eles gostam mais de mim do que delas", afirmou.

Ela afirmou que as acusadas a ofendiam e até a empurravam dentro da igreja. De acordo com registro policial, a jovem seguia a pé pela Rua dos Jequitibás, a três quadras da casa da mãe, por volta das 17h15, momento em que seus "desafetos" surgiram em uma EcoSport. Segundo o boletim de ocorrência, a motorista reduziu a velocidade, subiu na calçada e jogou o veículo contra as pernas da vítima, que sofreu ferimentos no pé esquerdo, no braço direito e não conseguia andar.

"Fiquei desesperada. O carro veio de frente comigo. (Elas) não falaram nada, foram embora e acabou. Estão ficando loucas", afirmou.

A jovem ligou para uma amiga e foi levada ao Hospital Municipal Dr. Acílio Carreon Garcia, onde foi constatada lesão. "Trinquei o pé. Não estou aguentando pôr o pé no chão", relatou a mulher, que apontou que as acusadas fugiram sem prestar socorro.

Segundo caso

A vítima disse que esse foi o segundo atropelamento sofrido por ela devido à desavença em menos de um mês. Na primeira vez, ela machucou o pé e o pulso, mas decidiu não registrar a ocorrência porque havia se reconciliado com as suspeitas. Ela contou ainda ter sofrido ameaças no final de fevereiro em frente à sua casa e acusa ambas de ameaçá-la de morte e de chamá-la de "vagabunda".

O pastor da igreja, que pediu para não ser identificado, disse ter conversado com as envolvidas, que elas até choraram, e negou que tenha tirado elas das funções. Segundo o pastor, "por um motivo ou por outro faltavam" e não quiseram mais fazer parte do ministério. "Falei pra elas descansarem e não criarem mais atrito". Conforme o líder da igreja, chegou ao seu conhecimento que as envolvidas se insultavam. Ainda segundo o pastor, as acusadas não têm frequentado mais a igreja. A reportagem não conseguiu localizar as suspeitas.

Fonte: Todo Dia

Igreja Presbiteriana dos EUA pode aprovar o casamento gay ainda em 2015

Líderes da Igreja Presbiteriana dos EUA se apresentam em Assembleia Geral

Conhecida como a maior denominação presbiteriana dos EUA, a PCUSA está a apenas 7 votos de incluir o casamento gay entre suas definições de matrimônio.

A maior denominação Presbiteriana nos Estados Unidos (PCUSA) está a apenas sete votos de ter os órgãos regionais suficientes para favorecer sua redefinição oficial de casamento e incluir as uniões entre homossexuais.

Na Assembléia Geral do ano passado, a Igreja Presbiteriana havia aprovado uma emenda, mudando seu Livro de Ordem para definição sobre casamento, passando de ser entre "um homem e uma mulher" para "duas pessoas, tradicionalmente, um homem e uma mulher".

Conhecida como "Alteração 14-F", a possível mudança para o Livro de Ordem é está caminhando para sua aprovação, com 79 organismos regionais, ou presbitérios, a favor e 37 se opondo.

Estas 79 entidades regionais incluem o Presbitério de East Tennessee, que aprovou por pouco a emenda no último sábado (7), em uma votação de 61-56.

Em reunião realizada em Chattanooga, delegados falaram a favor e contra a alteração 14-F. De acordo com a mídia local, um defensor da proposta foi o ministro da Universidade do Tennessee, Kally Elliott.

"Nós temos um monte de estudantes que entram em nosso ministério com a sua história de ser um dos 'motivos de dor e vergonha' na igreja", disse Elliott.

"Nosso objetivo é compartilhar com eles o amor de Jesus Cristo, e para que eles saibam que eles são totalmente amados, plenamente acolhidos não importa como eles sejam ou quem eles sejam".

Em junho passado, a Assembléia Geral PCUSA realizada em Detroit (Michigan) votou a favor de uma recomendação de alteração da denominação do Livro de Ordem, relativo à definição de casamento.

"A alteração proposta para mudar a constituição e incluir os casamentos entre pessoas do mesmo sexo na constituição da igreja foi aprovada pela Assembléia Geral, mas deve ser ratificada por uma maioria de 172 presbitérios regionais da Igreja", explicou a PCUSA em um documento.

"Os Presbitérios têm um ano para votar a emenda da proposta. Se a maioria ratificar a alteração, esta entra em vigor no dia 21 de junho de 2015".

Durante a semana do "Valentine's Day" (celebrado como uma espécie de "Dia dos Namorados" nos EUA), diversos presbitérios votaram a Alteração 14-F, incluindo o Presbitério de North Alabama.

"Com uma votação de 28 a 24, representantes aprovaram uma alteração ao Livro de Ordem da Igreja Presbiteriana, uma parte da constituição da Igreja, para permitir, mas não exigir, que ministros presbiterianos realizem casamentos homossexuais nos estados onde isso é previsto por lei", relatou Kay Campbell, de um site de notícias do estado do Alabama.

"À medida que vários entre os presentes na reunião - ministros e líderes leigos - votaram, sempre tiveram a opção de se recusar a realizar casamentos de pessoas que, em sua opinião, não estavam aptos para o casamento".

Em uma entrevista anterior ao The Christian Post, a presidente do Comitê "Lay Presbyterian", um grupo teologicamente conservador, Carmen Fowler LaBerge chamou a passagem provável de Alteração 14-F de 'trágica, mas não surpreendente".

"A Igreja Presbiteriana (EUA), foi minando ativamente seus próprios fundamentos teológicos para as gerações. Esta votação é simplesmente o resultado de cem anos de desvio progressivo da Verdade", disse LaBerge.

Esta não é a primeira vez que PCUSA tem atraído manchetes em seu debate interno sobre a homossexualidade diante da Igreja.

Em 2010, a Assembléia Geral da PCUSA aprovou a 10ª Emenda, uma medida que permitiu que os presbitérios ordenassem ao pastorado, homossexuais celibatários.

Em resposta à aprovação da emenda, mais de 150 congregações votaram para desfiliar da denominação da linha principal.

"À medida que mais e mais presbiterianos nos bancos acordam para a realidade de que sua denominação abandonou a Bíblia em troca da acomodação de imoralidade sexual, muitos deles vão sair", disse LaBerge.

"Eles vão querer sair individualmente ou vão deixar a denominação corporativamente, como uma congregação. Mas nós estamos vendo presbitérios que inibem a decisão das congregações para sair, então muitos vão acordar tarde demais para fugir"

Fonte: Guia-me

segunda-feira, 2 de março de 2015

PF prende pastor que abusou nos EUA de 'Donzelas de Cristo'


Victor Barnard dizia ser 'Cristo  em carne' e, 
por isso, podia ter sexo com suas donzelas

A Polícia Federal e a Polícia Militar de Natal prenderam às 21h de sexta-feira (27) o pastor americano Victor Arden Barnard (foto), 53, em um condomínio na praia de Pipa.

Havia um ano o líder religioso tinha fugido dos Estados Unidos, onde fora condenado pela Justiça do Estado de Minnesota por ter violentado sexualmente entre 2000 e 2012 pelo menos 59 jovens, entre crianças e adolescentes. A informação  da prisão teve forte repercussão na imprensa americana.

Barnard era líder da igreja cristã River Road Fellowship, que surgiu de uma dissidência da The Way International.

Em 2000, ele criou em sua igreja o grupo “Donzelas de Cristo” com 10 garotas de 12 a 24 anos que deveriam permanecer virgens e nunca se casar.


Lindsay foi violentada
dos 13 aos 22 anos

Em 2011, duas dessas jovens denunciaram o líder religioso à polícia por estar abusando delas sexualmente. Uma, Lindsay Tornambe (foto), disse que vinha sendo violentada desde os 13 anos de idade, e outra, Jess Schweiss, desde os 12.

Barnard pregava que ele era o próprio “Jesus na carne” e que suas seguidoras deveriam fazer sexo com ele, seguindo o exemplo de Maria Madalena.

Afirmava às meninas que, por ser Cristo, eram permaneceriam virgens após o relacionamento sexual com ele.

O pastor dizia, também, que o sexo era parte da história da cristandade, lembrando que o rei Salomão havia dormido com muitas concubinas.

Lindsay Tornambe, atualmente com 28 anos, afirmou que, com o consentimento de seus pais, no início de sua adolescência tinha se mudado para o acampamento em Pine County, Minnesota, onde ficavam as “Donzelas de Cristo”.

“Lá, ele [o pastor] começou a explicar que fazer sexo comigo era sua maneira de me mostrar o amor de Deus”, disse Tornambe à imprensa americana. E que não era para ela contar nada a ninguém porque, caso contrário, receberia uma condenação divina.

Tornambe sofreu abuso de uma a três vezes por mês até os 22 anos. Ela disse que aos 15 anos tentou deixar o grupo e que Tornambe, para fazê-la mudar de ideia, lhe deu um anel, um véu e outros presentes. Mas o que a fez mesmo permanecer no grupo foi a ameaça do pastor de que seria castigada por Deus. “Eu fiquei com muito medo.” Em 2010, ela finalmente se afastou do pastor.

Aparentemente, ninguém sabia que Barnard tinha um harém cristão. "Eu nunca tinha conhecido ninguém como ele que amava a Palavra de Deus", disse Ruth Johnson, ex-fiel do pastor na River Road Fellowship.

A polícia de Minnesota começou a investigar Barnard em 2012. Em novembro do mesmo ano, ele foi condenado, mas a Justiça não o encontrou. Ele tinha se mudado para o Estado de Washington.

A U.S. Marshal, organização de busca e captura de foragidos internacionais, ofereceu US$ 25.000 (R$ 72.000) por uma informação sobre o paradeiro do religioso.

Sabe-se, agora, que Tornambe tinha fugido para o Brasil, entrando no país legalmente, com seu próprio passaporte. Ele não foi localizado antes porque passou a ser procurado internacionalmente somente a partir de abril de 2014, quando foi expedido o mandado de prisão.

No Brasil, ele recebia o cobertura logística de uma brasileira de 33 anos que viveu nos Estados Unidos.

Em sua casa, a PF apreendeu computadores, pendrives, escrituras, documentos e agendas.

Bernard será extraditado para os Estados Unidos nos próximos dias.



Barnard com as dez virgens

Com informação das agências internacionais e da CNN e fotos de divulgação.


Paulopes 

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Verdade e delírio na religião

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O culto pegava fogo. O frenesi do povo crescia, estimulado por um pastor quase grisalho, engravatado e com bastante gel nos cabelos. Mesmo acostumado a ambientes pentecostais, estranhei o exagero dos gestos e das palavras. Concentrei-me para entender o que o pastor dizia em meio a tantos gritos. Percebi que ele, literalmente, dava ordens a Deus. Exigia que o Senhor honrasse a sua palavra, sem deixar nenhuma pessoa ali sem uma bênção. Enquanto os decibéis subiam, estranhei o tamanho da arrogância. A ousadia do líder contaminava os participantes. Todos pareciam valentes, cheios de coragem. Assombrei-me quando ouvi mais uma ordem vinda do púlpito: Chegou a hora de colocar Deus no canto da parede. Vamos receber o nosso milagre e exigir os nossos direitos. Foi a gota d’água. Levantei-me e fui embora.

Os ambientes religiosos neopentecostais se tornaram alucinatórios. Eles geram fascínio por poder; almejam a capacidade de criar fieis com fé de viver em um mundo protegido e previsível. Por se sentirem onipotentes, os novos pentecostais buscam produzir uma realidade irreal. Para viabilizar esse mundo hipotético, televangelistas, apóstolos e bispos chegam ao cúmulo de se acharem gabaritados para comandar Deus. É próprio da religião oferecer segurança. Os neopentecostais, entretanto, mostram afoiteza redobrada em produzir uma existência garantida.

Em seus cultos, procuram eliminar as contingências. Não concebem a imprevisibilidade dos acidentes ou os contratempos da vida. Acreditam que o crente é capaz de domesticar o dia a dia e acabar com a possibilidade dos filhos adoecerem – se dirigem algum negócio  as empresas nunca vão ter problema e vão se safar caso estejam no ônibus que despenca no barranco. Multidões lutam por uma religião preventiva para poderem alcançar controle sobre os solavancos da vida e se tornarem aptos para transformar a aventura de viver em mar de almirante ou em céu de brigadeiro.

A ideia de um mundo sem percalços não passa de delírio. Por mais que se ore, por mais que se bata o pé, com ordens a Deus, o Eclesiastes adverte: O que acontece com o homem bom, acontece com o pecador; o que acontece com quem faz juramentos acontece com quem teme fazê-lo (9.2).

A pergunta insiste: por que os cultos neopentecostais lotam auditórios e ganham força na mídia? Pelo simples fato de prometerem aos fiéis o poder de controlar o amanhã, eliminar os infortúnios e canalizar as bênçãos de Deus para o presente. Quando oram, ousam gerar ambientes pretensiosamente poderosos, capazes de converter quaisquer problemas em felicidade.

Esta premissa merece ser contestada. Pedir a Deus para nunca nos contrariar, ou para nos poupar de acidentes, significa exigir que ele coloque todos em uma bolha de aço. A vida precisa ser contingente para ser significativa. Se tudo pode ocorrer de bom e de ruim, vivemos a realidade. Uma existência sem o imprevisto seria maçante. O perigo da tempestade e a chegada da bonança, a ameaça da doença e a paz da saúde, e a riqueza do instante junto com a iminência da morte, tornam o dia-a-dia fantástico.

A verdade não produz necessariamente felicidade. Verdade conduz à lucidez. O delírio, porém, tranquiliza, enquanto gera um falso contentamento. Muitos recorrem à religião porque desejam escapar da verdade. Sentem-se arrasados a médio prazo, todavia. A paz que a alucinação produz não se sustenta diante da concretude dos fatos.

Cedo ou tarde, a tempestade chega, o dia mau se impõe e o arrazoamento do religioso cai por terra. Jesus nunca fez promessas mirabolantes. Como não se alinhou aos processos alienantes da religião, o Nazareno jamais garantiu que o mundo dos seus seguidores seria seguro. Pelo contrário, avisou que os enviaria como ovelhas para o meio dos lobos e advertiu que muitos seriam entregues à morte por familiares. Sem rodeio, afirmou: No mundo vocês terão aflições.

O Espírito conduziu Jesus ao deserto e o Diabo ofereceu uma vida segura, sem imprevistos. As três tentações foram ofertas de provisão, prevenção e poder. O Filho do homem rechaçou transformar pedra em pão, ter o socorro dos anjos e a riqueza do mundo. Ela os considerou mentira. O mundo que o Diabo prometeu não existe.

Muitos preferem acreditar nas ilusões. Fugir da crueza da vida é uma grande tentação. Em um primeiro momento, parece cômodo se exilar da realidade. É bom acreditar que riqueza, saúde e felicidade estão pertinho dos que sabem acessar o divino.
O mundo neopentecostal, portanto, desconecta, aliena. Seus seguidores vivem em negação por recusarem a sorte de todos os mortais. Daí, confundem esperança com deslumbre, virtude com onipotência mágica, culto com manipulação de forças esotéricas e espiritualidade com narcisismo religioso.

Os sociólogos têm razão: o crescimento numérico dos evangélicos não tende a arrefecer. Portanto, o debate sobre o fenômeno religioso deve ser qualitativo. O rastro de feridos e decepcionados que embarcaram nas promessas dos oportunistas da fé, já é maior do que se imagina.

A demanda por cuidado pastoral aumentará. Os egressos do avivamento evangélico perguntarão: Por que Deus nunca me ouviu?” ou “O que fiz de errado?. Será preciso responder: Não houve nada de errado com você. Deus não lhe tratou com indiferença. Você foi empurrado para um mundo delirante, que mistura fé com fantasia.

Ricardo Gondim

Comovente testemunho da mãe de dois cristãos egípcios decapitados pelos Estado Islâmico



A mãe de dois dos 21 egípcios coptos decapitados pelos terroristas do Estado Islâmico na Líbia, comoveu o mundo com o seu testemunho sobre o que faria caso encontrasse na rua um membro do Estado Islâmico.

Em um recente programa da TV egípcia conduzido por Maher Fayez, difundiu-se o testemunho de Beshir Estafanos Kamel, irmão de Bishoy e Kamel Estafanos, de 25 e 23 anos de idade, que foram assassinados pelo Estado Islâmico.

Maher Fayez teve uma breve mas dolorosa conversa por telefone com Beshir, que lhe contou como recebeu a notícia do assassinato dos cristãos coptos decapitados na Líbia.

“Hoje conversava com a minha mãe –relata Beshir– perguntei a ela o que faria se visse alguém do Estado Islâmico na rua... Ela me respondeu que o ‘convidaria à casa porque nos ajudou a entrar no reino dos céus’. Estas foram as palavras da minha mãe que é uma mulher não muito educada de mais de 60 anos”.

A mãe, contou o jovem egípcio, disse-lhe também que “pediria a Deus que lhe abra os olhos e o convidaria a nossa casa porque efetivamente nos permitiu entrar no Reino de Deus”.

Sobre seus irmãos, Beshir disse que “eles estavam orgulhosos de serem cristãos e eu estou orgulhoso deles”.

Sobre o vídeo no qual o Estado Islâmico mostrou a morte dos 21 cristãos, o jovem afirmou que “fico contente que os do Estado Islâmico não tenham cortado a parte na qual expressam a sua fé em Jesus Cristo. Isso nos ajudou a fortalecer a nossa fé. As pessoas do povo não estão tristes mas alegres, felicitam-se uns aos outros, porque temos agora muitos mártires”.

“Desde os tempos de Roma os cristãos têm sido feitos mártires. A Bíblia nos diz que amemos os nossos inimigos”, continuou.

À pergunta sobre se queria rezar pela conversão dos membros do Estado Islâmico, Beshir rezou assim: “Querido Deus abra os seus olhos para que se salvem e deixem a ignorância e os ensinamentos errados que receberam!”

ACI Digital

Linha erótica para evangélicos tem vibrador líquido e gel 'virgem de novo'

Casal Lídia Ribeiro e João Ribeiro, membros da Congregação Cristã e criadores da linha In Heaven
Casal Lídia Ribeiro e João Ribeiro, membros da Congregação Cristã 
e criadores da linha In Heaven

Membros da Congregação Cristã e empresa lançam produtos sensuais na 22ª Erótika Fair, que ocorre em São Paulo

Conquistar o direito de sentir prazer sexual – dentro do casamento entre homem e mulher, é claro – é o novo desafio da vanguarda evangélica após o abandono do modelo coque/saia e a criação do funk gospel. Para João Ribeiro e Lídia Ribeiro, membros da Congregação Cristã, uma das mais tradicionais do País, isso significa mais: ter um espaço nas prateleiras dos sexshops para produtos evangélicos. Eles apostam suas fichas na criação de uma linha voltada exclusivamente para o público religioso.

A procura de itens eróticos para apimentar a relação não é novidade no meio gospel. O iG mostrou que óleos de massagens e vibradores líquidos estão entre os produtos mais procurados pelos fiéis em sexshops. Mas o uso ainda é debatido dentro das igrejas. Para superar o tradicionalismo, os empresários tratam a nova linha, batizada In Heaven, como “novo segredo de um casamento feliz”. Os produtos serão lançados na 22ª Erótika Fair, principal feira do mercado erótico, realizada em São Paulo, entre 6 e 8 de março.

“O nosso stand [da feira] será dividido entre céu e inferno”, brinca Ribeiro, já que a linha dividirá espaço com produtos inspirados na trilogia "50 Tons de Cinza", que explora o sadomasoquismo e promete ser um dos temas mais explorados no evento.

Evangélicos e sexo: "Deus não se importa com o que o casal faz entre 4 paredes"

O rótulo discreto em branco com uma pomba dourada, clássico símbolo cristão, dá certo tom divino aos quatro primeiros produtos da In Heaven (No céu, em inglês). São eles: Pure (adstringente, que promove a sensação "virgem de novo"), Vibe (vibrador líquido), Mais Prazer (excitante feminino) e Mais Tempo (prolongador de ereção).

Ribeiro conta que a inspiração do nome veio da música "Cheek to Cheek", versão cantada por Ella Fitzgerald, ícone do jazz nos EUA. Ele acredita que a linha terá a mesma função da canção, "resgatando o romantismo entre os casais apaixonados".



“A ideia principal é que o casal se sinta à vontade para comprar e tenha a certeza de que não está sozinho. Não há motivo para vergonha. Somos 52 milhões de evangélicos no Brasil e não tínhamos uma linha específica”, explica Ribeiro, que ao lado da mulher comanda a sexshop Secret Toys, em Jandira (SP).

Produzidos e distribuídos pela INTT Cosméticos, a linha deve alcançar 20 itens nos próximos três meses. A diretora da marca, Alessandra Seitz, reconhece que apesar de fortes consumidores, os evangélicos não contavam com representação no mercado erótico. “Muitas vezes eles querem o produto, mas não compram porque tem uma algema no rótulo, por exemplo. Promover essas mudanças é uma forma de respeito com o consumidor evangélico”, defende.

Cada bisnaga tem o preço sugerido de R$ 15 e deve estar disponível aos clientes ainda em março. Além da nova roupagem, os produtos contam com cheiro, princípios ativos e gosto mais suaves se comparados aos outros produtos eróticos do mercado. Para Alessandra, que não é evangélica, a nova linha deve incentivar outras empresas a produzirem linhas segmentadas. "Não dá para ignorar a força deles", justifica.

O lançamento faz parte do Projeto Gospel, uma força-tarefa evangélica realizada pelo casal em parceria com a Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (Abeme). Na feira, o livro Guia Gospel para Sexshops será vendido aos lojistas para promover o surgimento de lojas eróticas especializadas, com atendimento especial a religiosos.

Já nas igrejas evangélicas, os autores do livro planejam percorrer encontros de casais, dar palestras e esclarecer o que a cosmética sensual pode fazer ao casamento. “Vamos discutir sexo e isso será feito de evangélico para evangélico. Não vamos mais ficar fora dessa”, conclui Ribeiro.

iG São Paulo 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Itália e Vaticano reforçam segurança ante ameaça terrorista

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Desde os ataques de janeiro na França, e sobretudo desde o assassinato de 21 cristãos egípcios pelos jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) há pouco dias na Líbia, os boatos sobre possíveis ataques ao Vaticano têm se multiplicado

As autoridades italianas anunciaram um reforço das medidas de segurança no Vaticano e em toda a Itália, onde o medo de ataques terroristas aumentou após ameaças jihadistas.

Um dia após a aprovação pelo governo italiano de medidas adicionais de segurança, o novo chefe da Guarda Suíça do Vaticano confirmou que as forças do pequeno Estado também estão em alerta.

"O que aconteceu em Paris com a revista Charlie Hebdo também pode ocorrer no Vaticano, e estamos prontos a intervir para defender Francisco", afirmou ao jornal "Il Giornale" o comandante do corpo de 110 homens, encarregado junto aos 150 membros da gendarmeria vaticana de proteger o Papa Francisco.

"Pedimos a todos os guardas Suíços de estar mais atentos, observar atentamente o movimento de pessoas", acrescentou, reconhecendo que isso não substitui o trabalho de um serviço de inteligência.

Enquanto isso, o comitê de segurança do governo italiano elevou na terça-feira à noite o nível de alerta no país e confirmou uma decisão anunciada na semana passada de aumentar de 3.000 a 4.800 o número de soldados mobilizados em locais públicos, na tentativa de prevenir eventuais ataques.

"O risco de um ataque realizado por um lobo solitário ou um desequilibrado é concreto", assegurou o senador Felice Casson, secretário do comitê.

Desde os ataques de janeiro na França, e sobretudo desde o assassinato de 21 cristãos egípcios pelos jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) há pouco dias na Líbia, os boatos sobre possíveis ataques em território italiano têm se multiplicado.

No vídeo do assassinato dos coptas, o EI diz que seus combatentes estão "ao sul de Roma".

Neste contexto, o ministro italiano das Relações Exteriores, Paolo Gentiloni, explicou nesta quarta-feira que há na Líbia riscos "evidentes" de uma fusão entre o EI e milícias locais, e que o tempo era curto para uma solução política em um país mergulhado no caos e na violência.

(AFP)

Aleteia

Pastor esfaqueia adolescente em briga por som alto em acampamento cigano

Confusão por som alto foi na rua Jandi. (Foto: Direto das Ruas)

Um adolescente de 16 anos foi esfaqueado por um pastor após desentendimento por som alto. A agressão foi na rua Jandi, bairro Vespasiano Martins, em Campo Grande.

Conforme as testemunhas, o adolescente é amigo de um grupo de ciganos, que está acampado no local. Um dos hábitos do grupo é ouvir música alta, o que incomoda a vizinhança. Na manhã desta segunda-feira, o rapaz estava em frente ao acampamento, quando foi abordado pelo pastor, que mora nas imediações.

Eles conversaram e o pastor saiu abraçado ao adolescente, dando a impressão de que aconselhava o rapaz. Contudo, após andarem por alguns metros, o homem passou a dar socos e esfaquear a vítima.

Segundo as testemunhas, primeiro o agressor tentou golpear a barriga do adolescente, que se protegeu com o braço, e foi atingido acima do cotovelo esquerdo. Em seguida, a facada foi em direção ao rosto, mas atingiu o ombro.

O rapaz foi socorrido pela mãe e levado ao posto de saúde do Aero Rancho. O pastor, que não foi identificado, fugiu. A reportagem foi a casa dos envolvidos, mas não foi atendida. A PM (Polícia Militar) esteve no local. A agressão foi relatada  pelos ciganos, que pediram para não terem o nome divulgado. Segundo uma jovem, o grupo perdeu um parente recentemente e usam a música contra a amargura.

Campo Grande News

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

"Evangelismo" com CAMISINHA UNGIDA,Socorro!

"Fornicação Ungida"


Imagem: Presbiteriano Pobre

Quem duvida, é só conferir o vídeo 



Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem, (Gálatas 5, 19)

Quanto à fornicação, à impureza, sob qualquer forma, ou à avareza, que disto nem se faça menção entre vós, como convém a santos. (Efésios 5, 3)

Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo. (I Coríntios 6, 18)

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